O mercado imobiliário brasileiro vendeu 226.536 imóveis residenciais novos no primeiro semestre de 2026, alta de 5,4% em relação às 214.910 unidades comercializadas no mesmo período do ano passado. O MCMV (Minha Casa, Minha Vida) respondeu por 113.988 dessas vendas, ou 50,3% do total, e foi o principal responsável pelo avanço do mercado no período, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (24) pela CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção), em estudo elaborado pela Brain Inteligência Estratégica.
O peso do programa aumentou ao longo do semestre. As vendas do MCMV passaram de 55.596 unidades no primeiro trimestre para 58.392 no segundo, alta de 5%. Com isso, a participação do programa nas vendas nacionais chegou a 51% entre abril e junho. No mesmo período, as vendas dos demais padrões recuaram 3,4%, de 57.264 para 55.284 unidades.
O avanço das vendas ocorreu mesmo em meio a um cenário de juros elevados. A taxa Selic estava em 14,25% ao ano no fim de junho, nível que, segundo o presidente da CBIC, Eduardo Aroeira Almeida, pesa sobre o crédito imobiliário, encarece o financiamento e limita a capacidade de compra das famílias. Em reunião realizada no dia 6 deste mês, o Copom (Comitê de Política Monetária) do BC (Banco Central) reduziu a taxa para 14%.
MCMV impulsiona vendas e lançamentos!
A diferença de desempenho entre os segmentos ajuda a explicar o resultado nacional. As vendas do MCMV cresceram 5% entre o primeiro e o segundo trimestre, passando de 55.596 para 58.392 unidades.
Já os demais padrões, que incluem os imóveis fora do programa, recuaram de 57.264 para 55.284 unidades no mesmo intervalo.
No acumulado do semestre, a diferença aumenta ainda mais. O mercado imobiliário vendeu 214.910 imóveis novos no primeiro semestre de 2025 ante 226.536 unidades neste ano, numa alta de 5,4%.
CRECI: 34708-J
Precisando de imóveis no Alto Tiête, acesse nosso site: https://www.teamhouse.imb.br/

